Streamers e o eu-ideal: quem é você quando a câmera liga
A persona dos streamers: o eu-ideal, o falso self de Winnicott e o custo da máscara.
Ler análise →A persona dos streamers: o eu-ideal, o falso self de Winnicott e o custo da máscara.
Ler análise →O olhar de Lacan (Seminário 11) no horror: o terror de virar objeto do olhar do Outro.
Ler análise →O gozo (jouissance): a satisfação que vai além do prazer e insiste, mesmo quando o jogo já não diverte.
Ler análise →A Sony encerra a mídia física em 2028. A não-posse, o objeto transicional e o fetiche do colecionador.
Ler análise →O zumbi como o abjeto de Kristeva, o unheimlich da mansão e o medo de perder o próprio self na infecção.
Ler análise →O ato criativo como descida ao inconsciente, a luz contra a escuridão e Mr. Scratch como o duplo de Freud.
Ler análise →O rebobinar do tempo como o mecanismo de defesa da anulação (Freud) e o luto que não volta atrás. Spoilers.
Ler análise →Totem e Tabu em escala cósmica: o Imperador-cadáver, a pulsão de morte como governo e o fanatismo como gozo.
Ler análise →A mãe morta de André Green, o filho marcado pela Mácula e a fantasia materna do filho "estragado". Contém spoilers.
Ler análise →As vozes como sintoma, o luto que vira jornada ao submundo e o superego persecutório. Feito com pacientes reais.
Ler análise →O sujeito falado pelo Outro, Rapture como utopia narcísica e o parricídio comandado de Andrew Ryan. Spoilers.
Ler análise →A masculinidade-carapaça, a defesa maníaca de Klein e o luto por baixo da armadura (Dom e Maria).
Ler análise →God of War como tragédia grega: o parricídio edípico, a fúria narcísica e as cinzas da culpa que não saem da pele.
Ler análise →A finitude que desperta, a reparação de Klein e o que significa morrer como um homem inteiro. Contém spoilers.
Ler análise →Por que a gente paga por um jogo que só sai em novembro? O FOMO, o desejo do Outro e a máquina da pré-venda.
Ler análise →A cidade como projeção da mente, o retorno do recalcado e Pyramid Head como autopunição. Contém spoilers.
Ler análise →A morte de Joel, a construção da Abby e o consentimento no hospital: por que o segundo jogo sabota o sentido do primeiro. Contém spoilers.
Ler análise →Por trás do visual de livro infantil, uma metáfora precisa sobre crescer, o fim da fantasia e assumir a autoria da própria história.
Ler análise →Por que gente boa rouba carro rindo? Liberdade, pulsão e o objeto que nunca preenche, por Winnicott, Freud e Lacan.
Ler análise →O mundo fragmentado como mente psicótica, o espaço transicional e o holding: o Kojima lido por Lacan e Winnicott.
Ler análise →Luto após trauma, TEPT, depressão e a reconstrução pelo vínculo. Uma leitura psiquiátrica. Contém spoilers.
Ler análise →Por que essas figuras fascinam há gerações? O samurai como superego, o ninja como id, de Kurosawa a Ghost of Yōtei.
Ler análise →Homenagem ao Príncipe das Trevas nos videogames: o excesso, o gozo e o retorno do recalcado.
Ler análise →No canal eu leio cada jogo em tempo real, jogando e comentando como psiquiatra e psicanalista. Vem para as lives.
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